Posts de Novembro, 2007

EnteMais da metade dos profissionais valorizam positivamente seus superioresr Post Title Here

Novembro 30, 2007

O nível de satisfação entre seis países do mundo é menor no Brasil. Pelo menos é o que mostra pesquisa realizada pela Kenexa Research, que ouviu mil profissionais.

Por COMPUTERWORLD

Mais da metade dos trabalhadores (54%) tem opiniões favoráveis sobre seus chefes, os superiores seniores, segundo pesquisa realizada pelo insituto Kenexa Research que ouviu mil trabalhadores em seis países. No entanto, os critérios variam consideravelmente de uma nação para outra.

A pesquisa foi realizada no Brasil, China, Alemanha, Índia, Reino Unido e Estados Unidos e revela que os brasileiros e britânicos são os menos satisfeitos.

Entre os indianos entrevistados, 68% manifestaram ter uma visão favorável dos chefes, porcentagem que entre os brasileiros e britânicos cai para 47%. Na China, EUA e Alemanha, as porcentagem de satisfação são, respectivamente, de 56%, 55% e 50%.

Enquanto os indianos valorizam em seus líderes principalmente a rápida resposta às oportunidades de mercado e as características cmopetitivas, os brasileiros dão importância ao cuidado do serviço ao cliente e a transparência sobre a direção corporativa.

Os alemães, por sua vez, esperam dos superiores a promoção de idéias inovadoras e o esforço para melhorar a qualidade dos produtos e serviços da empresa.

Os chineses adotam critérios mais individuais, como o de seus líderes que mostrem o futuro promissor na organização e que esta seja capaz de criar produtos e serviços de mais qualidade que seus competidores.

O critério com que se importam os norte-americanos é o esclarecimento sobre as questões e problemas da empresa e a pronta resolução dos problemas para os clientes.

IDG Espanha

Internet é mídia de nicho, não adianta negar.

Novembro 29, 2007

by Luli


Às vezes parece que andaram borrifando LSD no ar. O que mais poderia explicar tamanha alucinação coletiva quando um monte de gente séria cita a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (PNAD/IBGE) para dizer que, com 32 milhões de usuários, a Internet se popularizou no país? Você certamente já deve ter ouvido que, em volume de acessos, o Brasil está no primeiro lugar na América Latina e no quinto lugar em todo o mundo.
Se não estranhou a posição no ranking, deve ser por uma das três opções:

  1. Você vive em um ambiente de alta tecnologia e não viaja muito pelo país;
  2. Você acredita que o mundo deve ser infinitamente tosco, tecnologicamente falando; ou
  3. Você, como eu e muitos, não deu muita atenção para o número.

Considerada a avalanche de informações a que somos submetidos diariamente, a terceira opção é a mais comum. Qualquer que seja o seu motivo, pare um pouco para examinar a situação: até dá para acreditar que sejamos os primeiros na América Latina, mas… QUINTOS DO MUNDO? Difícil de engolir, principalmente se considerarmos o nível de educação, o custo da infra-estrutura, o fato de existir pouquíssimo conteúdo em Português e o nível de renda da população, que faz do nosso o país mais rico da África, geograficamente deslocado.

O dado não está errado. Quem o cita só “esqueceu” de dizer que, segundo estimativas do censo de 2000, também somos o quinto em população, com cerca de 184 milhões. A pesquisa TIC Domicílios, do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (cetic.br) é bem mais pecisa. Ela diz, por exemplo, que 21,9% da população acima dos 10 anos de idade acessa a rede, o que nos coloca em uma posição mais fácil de acreditar: 62º do mundo, quarto lugar na Latinoamérica. Estamos atrás de potências como a Costa Rica, Uruguai e Guiana Francesa, países que temos dificuldade em lembrar das capitais. A propósito, você já ouviu falar de alguma cidade além de Caiena na ex-colônia do Caribe Francês?

Ao examinar outros números da mesma pesquisa chega-se, por exemplo, a 97,03% de domicílios com TV. Até aí, nada de novo. Mas que tal 19,3% de computadores de mesa, um número bem próximo do de freezers e levemente superior ao de consoles de videogames? Ou os desprezíveis 0,61% de notebooks ou 0,09% de PDAs? Para quem, afinal, você acha que vai o lépitópi de cem doletas?

Muitos podem argumentar que não é necessário ter um computador para se ter acesso a um, e não há como negar a eles certa razão. Afinal de contas, quase metade dos brasileiros usam essas máquinas, e quase um terço dos nossos compatriotas usam a Internet. Se essa notícia parece animadora, vale a pena examinar como essas pessoas usam a rede. Até porque cerca de 6% esteve online pela última vez há três meses, provavelmente em Agosto.
Para que você não perca a conta, sobrou 28% da população. Mas ainda não comemore. Alguns desses, acredite, acessam menos de uma vez por mês. Os que acessam diariamente, como eu e você, não chegam a metade desse número.
Isso dá o que pensar. A Internet é, pelo menos segundo as estatísticas oficiais, duas vezes mais popular que a TV a cabo. Mas não ficou claro se eles computaram aqueles “gatos”, ou cabos ilegais, que eu ouvi dizer que existem por aí, e que você também deve ter ouvido.
Enquanto isso, aquele outro aparelho digital móvel, que muitos ainda insistem em chamar de telefone celular, já ultrapassa um alcance de dois terços da população, passando de longe os telefones fixos, que não chegam à metade. Destes, uma fatia considerável (17,78%) tem acesso à internet. O número é muito grande, só fica atrás de rádio e TV. Ouvi um técnico da Receita Federal dizer que ele é superior ao montante de CPFs ativos, mas não achei uma fonte oficial na Internet para citar.
Com tanta gente a usar, é natural que a penetração social seja gigantesca. Mas confesso que alguns dados parecem ficção. Você sabia que ele é usado por 36,14% de pessoas com menos de 4 anos de educação formal, entre eles muitos analfabetos que mal sabem ler os números do teclado? Que tem penetração superior a 60% em todas as faixas etárias entre 10 e 44 anos? Que 28,97% das famílias com renda inferior a R$300 têm pelo menos um deles? Enquanto anunciam sem muita convicção que a Internet está entrando na classe C, você poderia imaginar que 43,14% da população nas classes D-E usam um desses aparelhos? Que 88,62% deles são pré-pagos, o tipo cujos serviços são obscenamente mais caros?
Mesmo assim, o número de serviços desenvolvidos para celulares é pífio. Você conhece algum sistema de m-commerce? Algum serviço móvel baseado em SMS? Tem gente, acredite, que acha que eles são uma bolha dentro da bolha. E investem em muitas tecnologias, sem saber direito com quem estão falando.
Se começasse minha carreira hoje, trabalharia com conteúdo para celulares.

Trabalhar de casa reduz estresse, diz estudo

Novembro 28, 2007

NOVA YORK – Um estudo demonstrou que pessoas que trabalham de casa são mais produtivas e menos estressadas.

Trabalhar a partir de casa pode ser ótima solução para profissionais autônomos e funcionários de empresas, porque reforça o moral e a satisfação no emprego e reduz o estresse, afirmaram pesquisadores nesta semana.

Em uma análise de 46 estudos sobre pessoas que trabalham em casa, os pesquisadores constataram que trabalhar longe do escritório por meio de computadores, celulares e outros equipamentos eletrônicos pode ser mais positivo do que negativo para as pessoas e as companhias que as empregam.

“Nossos resultados demonstram que trabalhar de casa tem um efeito geral benéfico, porque o sistema oferece ao trabalhador mais controle sobre a forma pela qual realiza seu trabalho”, disse o doutor Ravi Gajendran, da Universidade Estadual da Pensilvânia.

“Trabalhar de casa parece ter alguns efeitos modestamente positivos sobre o moral do trabalhador, quanto ao equilíbrio entre trabalho e vida familiar e com relação ao estresse”, acrescentou ele em entrevista.

Gajendran e David Harrison, que publicaram o resultado de seu estudo na Journal of Applied Psychology, pesquisaram dados sobre 12.833 pessoas que trabalham fora do escritório de suas empresas.

Trabalhar de casa vem sendo uma tendência em alta nos Estados Unidos desde cerca de 2000. No ano passado, havia cerca de 45 milhões de norte-americanos trabalhando em casa, ante 4 milhões em 2003, de acordo com a revista WorldatWork.

Gajendran acredita que o número continuará a crescer à medida que se expande o acesso a serviços de banda larga.

“Ao longo dos dois últimos anos, houve uma alta, especialmente no número de pessoas que trabalham em casa regularmente. Por regularmente eu quero dizer pessoas que o fazem ao menos uma vez por mês”, afirmou ele. “A alta desse indicador foi de quase 60 por cento”, disse.

Ainda que algumas empresas e funcionários temam que trabalhar de casa possa prejudicar perspectivas de carreira ou abalar as relações com colegas e chefes, os pesquisadores não encontraram provas que sustentassem essa interpretação.

“Trabalhar a partir de casa em termos gerais não tem resultado relacional negativo, ao contrário da crença mais comum”, disse Gajendran.

Reuters

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112007/21112007-2.shl

Defesas de TCC

Novembro 27, 2007

As apresentações do TCC ocorrerão nos dias:

13/12, quinta-feira das 19:00 às 22:35 h.
14/12, sexta-feira das 19:00 às 22:35 h. 
15/12 sábado de 07:20 até a hora que terminar. 

Cada apresentação valerá horas de ACG.

Maiores detalhes sobre validação de presença será repassada em breve.

Gláucia Roberta

Aplicação móvel pode reduzir fila em banco

Novembro 24, 2007

SÃO PAULO – A InfoSERVER anunciou uma aplicação móvel para bancos destinada a agilizar o atendimento e reduzir as filas nas agências.

Batizada de MOBCash, a solução permite usar dispositivos móveis como um PDA – acoplado a uma impressora portátil – para emitir extratos e realizar outras transações bancárias, como depósitos e pagamentos. A vantagem é o baixo custo do investimento em hardware.

Para dar segurança às operações, o MOBCash é dotado de um sistema de criptografia de alto nível. Além disso, segundo a InfoSERVER, as informações não ficam armazenadas no dispositivo móvel. Elas são transferidas diretamente para o sistema do banco, via rede celular ou corporativa, por exemplo.

Rosa Sposito, da INFO

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112007/09112007-17.shl

Os tomadores de decisão que não decidem

Novembro 24, 2007

by Zeca Martins

Em empresas grandes, muitos profissionais escondem-se em grupos e comitês para a aprovação de qualquer coisa. É mais seguro e mais confortável. Mas aprovação grupal de campanha publicitária só pode dar em bobagem.
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Novas tecnologias: é hora de se atualizar

Novembro 23, 2007

by Cezar Calligaris

Se a sua empresa quer oferecer algo diferente do que é oferecido por todas, vale ficar de olho em algumas dessas novidades.

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Lembrete

Novembro 22, 2007

Dia 24/11, sábado não haverá aula por motivos relacionados ao vestibular. O uni-bh só estará tendo expediente para o mesmo.

Gláucia Roberta

Assistente Coordenação

Levantar requisitos e mapear processos

Novembro 21, 2007

 

by Ricardo Veríssimo

Levantar corretamente os requisitos é umas das partes mais importantes no desenvolvimento de um sistema. Envolve o que o cliente precisa, as regras do negócio e o mapeamento de processos.

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Oracle aposta em virtualização de servidores

Novembro 21, 2007

SÃO PAULO – A Oracle anunciou nesta semana uma nova solução voltada para a virtualização de servidores.

Batizado de Oracle VM, o software foi apresentado durante o evento Oracle OpenWorld, que termina nesta quinta-feira, dia 15, em São Francisco, na Califórnia. Segundo a empresa, a solução é baseada na tecnologia Xen, de código aberto, e inclui um console de gerenciamento via navegador web.

A idéia é oferecer uma opção de virtualização não só de servidores – baseados em plataformas x86 – mas também de outros recursos de infra-estrutura de TI e ainda de aplicações. O Oracle VM oferece suporte para os sistemas operacionais Linux e Windows, em várias versões.

De acordo com a Oracle, o software estará disponível para download no site www.oracle.com/virtualization .

Rosa Sposito, da INFO

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112007/14112007-20.shl